18 de maio de 2012

A regeneração


Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua grande misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma herança incorruptível e imarcescível, reservada nos céus para vós,  (1 Pedro 1.3, 4)

Um dia vivíamos como ovelhas desgarradas, sem pastor, andando de uma forma vil, errantes, sem o conhecimento da verdade. Nossas ações eram merecedoras de toda a ira de Deus, do fogo consumidor, mas aprouve a Ele mesmo, olhar para nós com misericórdia. Entregando o seu filho amado em preço de sangue, agora nos olha de outra maneira, não faz repousar sobre nós a sua ira, mas o que era designado para nós (a sua ira), foi derramado sobre Cristo, quando ali pregado ao madeiro, açoitado e humilhado diante de todos, sobre Ele somente, repousa toda a nossa maldade, tudo quanto seria para nós.

Se estamos confiantes nessa sua misericórdia e quão grande misericórdia, então devemos nos apegar mais e mais a esperança mediante a ressurreição de Cristo. Uma vez morto, morreu e uma vez vivo, vive para todo o sempre, sobre Ele a morte não possui poder, antes agora Ele tem tudo submisso aos seus pés.

Portanto, cingindo os lombos do vosso entendimento, sede sóbrios, e esperai inteiramente na graça que se vos oferece na revelação de Jesus Cristo. Como filhos obedientes, não vos conformeis às concupiscências que antes tínheis na vossa ignorância; mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em todo o vosso procedimento porquanto está escrito: Sereis santos, porque eu sou santo. (1 Pedro 1.13-16)

Agora, desfrutando então da graça que sobre nós foi derramada, vivamos distanciados das concupiscências praticadas anteriormente. Antes estávamos cegos, vivendo de forma errada, cometíamos o pecado sem sentir o sabor amargo da tristeza e também da afronta a Deus. Mas a partir do momento que somos retirados da escuridão, a sujeira que cegava os nossos olhos espirituais, essa é despida, passamos então a querer o que reluz, o que glorifica a Deus, visto que este é o sentimento que deve habitar no coração do filho de Deus, ele deve querer o que o seu Pai quer.

Os ímpios deveriam entristecer-se por estarem sob a ira de Deus, deveriam angustiar-se se soubessem que sobre eles há de repousar o castigo eterno, que irão prantear amargamente por não terem se arrependido dos seus atos pecaminosos. E nós? Devemos nos entristecer se não estivermos andando em conformidade com a graça de Deus. Esta graça não nos permite estar novamente dando as mãos ao pecado, caminhando lado a lado com ele como bons amigos inseparáveis, não. 

Se ainda exercitamos a prática do pecado em nossas vidas, precisamos avaliar se realmente desfrutamos da graça de Cristo e precisamos repensar a nossa declaração de salvação, professada nos cultos, em meio a muito glória a Deus! Que o Senhor tenha misericórdia de nós.

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Alex Salustino

Alex Salustino
Cristão resgatado pelo precioso sangue de Cristo! Bibliotecário, blogueiro, músico, fotografo amador, graduando em marketing, proprietário da Alex Artes Gráficas. Sou o responsável por administrar o Pregando o Evangelho. Deus te abençoe!