1 de junho de 2012

Pequei contra ti, tu me aceitas novamente?

Em um certo momento da vida, a graça de Deus nos envolveu de tal maneira que tudo na nossa vida era destinado a Ele, não depositávamos o nosso anseio em mais nada a não ser Nele. Nosso comportamento, nossas atitudes tinham por obrigação ser aquilo que Deus havia nos deixado em sua palavra.

Quando Deus chama um pecador para servi-lo, Ele vai lhe tratando, é como um oleiro e um vaso em suas mãos, o oleiro pega o barro, põe-no em um local específico para o preparo, para que lhe dê os retoques e assim vá o moldando conforme a sua vontade. Deus também faz dessa forma, Ele aperfeiçoa aos seus servos como bem quer, mesmo que por meio de umas rachaduras aqui e outras ali, mas isso prova o seu cuidado e seu aperfeiçoamento, que não tem outra função senão nos restaurar para que não venhamos a andar em desconformidade do seu chamado.

Agora imagine, depois de tudo isso, depois de desfrutar do toque milagroso do Senhor, agora os nossos passos são designados a caminhos de delícias, de prazeres, de emoções extravagantes, as quais não desfrutávamos na nova vida com Cristo! Todos esses oferecimentos são pecaminosos, desviam da santidade. Então a vida começa a tornar-se vaga da presença de Deus, começa-se a sentir angustias terríveis, constantemente se estar abatido e em aflições, a depressão vem batendo a porta e quão mais forte bate, parece querer adentar a vida e tomar conta de todo o ser.

Certo jovem, o qual a Bíblia chama de Filho Pródigo que se encontra no capítulo 15 de Lucas, mostra bem a situação de alguém que tinha todos os privilégios e desfrutava de uma comunhão maravilhosa como o seu próprio pai, mas de repente preferiu ir desfrutar das coisas do mundo. Imagine! O jovem tinha tudo em seu lar, tinha comida e agora estava passando necessidades, com desejo de comer até mesmo comida de porcos.

Tem certos momentos em que Deus permite que situações adversas nos aconteçam para que aprendamos a reconhecer que sem Ele nós nada somos e também para provar a nossa fé, se o abandonaremos ou não. Talvez estejamos meio que distanciados do Pai, distanciados daquele que um dia usou de misericórdia para com as nossas vidas e nos pôs na boca um novo cântico, mas façamos como o jovem fez quando refletiu bem acerca do que havia feito: 

Caindo, porém, em si, disse: Quantos empregados de meu pai têm abundância de pão, e eu aqui pereço de fome! Levantar-me-ei, irei ter com meu pai e dir-lhe-ei: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus empregados. Lucas 15.17-19

Confessar, confessar e confessar as nossas falhas ao Senhor é o primeiro passo, porém deixa-las também é importante para que alcancemos misericórdia. Provérbios 28.13

E a Bíblia diz que quando aquele jovem foi ao encontro de seu pai, o mesmo já lhe esperava, vendo-o de longe e logo correu até e lançou-se ao seu pescoço e o beijou e o filho resolveu arrepender-se, confessou o seu erro e o pai disse que lhe preparassem tudo do melhor, pois eis que o filho retornava a sua vida verdadeira, pois estava como morto.

Que verdadeiramente nós voltemos aos pés do Senhor, suplicando-lhe perdão pelas nossas transgressões, que clamemos incessantemente com o objetivo de não mais nos distanciarmos Dele.

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Alex Salustino

Alex Salustino
Cristão resgatado pelo precioso sangue de Cristo! Bibliotecário, blogueiro, músico, fotografo amador, graduando em marketing, proprietário da Alex Artes Gráficas. Sou o responsável por administrar o Pregando o Evangelho. Deus te abençoe!