17 de agosto de 2012

Julgando o próximo

Texto base: Mateus capítulo 7. 1-5

Quando se fala de julgamento, logo nos reportamos a um tribunal, onde há um réu, a vítima, os advogados, as testemunhas e o juiz que é o responsável por libertar ou mandar o acusado para a prisão.

Nestes dias atuais não se pode contestar certas coisas que estão ocorrendo. Como por exemplo: o pecado, pois nem todos são reconhecedores de que são pecadores e que necessitam da misericórdia de Deus.

Não julgueis, para que não sejais julgados. (V. 1)

É necessário que aquele que julga (referindo-se àquele que repreende e que aconselha), seja primeiramente ciente de que também possui as suas falhas. Ele não pode passar por cima dessa realidade e nem tampouco deixar de reconhecer que ele também erra. (Mateus 6. 14, 15)

O problema existe quando temos nos constituído juízes que decretam severas punições para como o próximo que está em falha. (V. 2)

É fundamental olhar para si próprio e analisar a conduta, o quão falho, o quão errado, o quão pecador se tem sido, então após tal exame, daí então se pode pensar em julgar (exortar, ajudar...) o próximo. (V. 3, 4 e 5)


Referência

Bíblia de Estudo de Genebra. 2. ed. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil; São Paulo: Cultura Cristã, 2009. 1984p; 24cm.

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Alex Salustino

Alex Salustino
Cristão resgatado pelo precioso sangue de Cristo! Bibliotecário, blogueiro, músico, fotografo amador, graduando em marketing, proprietário da Alex Artes Gráficas. Sou o responsável por administrar o Pregando o Evangelho. Deus te abençoe!